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Campanhas no Google e na Meta, na sua conta. Uma página de agendamento no seu domínio. E medição ligada antes do primeiro real, para separar o que virou consulta do que só virou clique.
O que é
A primeira decisão não é quanto investir. É onde.
Quem decide isso é o momento em que a pessoa procura, não a nossa preferência. Em procedimento com nome conhecido, ela busca e compara. Em queixa que ainda não virou decisão, ela precisa ser lembrada.
A pessoa sabe o que quer e compara preço, profissional e distância. A busca acontece no Google, e o trabalho é estar lá com a resposta pronta.
A pessoa vê um conteúdo ou um resultado e só então se interessa. O interesse é despertado antes da busca.
Definido o canal, montamos a estrutura: grupos, termos que entram e termos que ficam de fora, públicos e regiões.
E, acima de tudo, o que a campanha conta como resultado. Campanha ajustada para clique entrega clique. Por isso a medição registra contato iniciado e consulta agendada, para a plataforma aprender a procurar quem marca.
O anúncio leva para uma página de agendamento, não para o site institucional. Ela responde na primeira dobra quem atende, para qual procedimento, onde fica e o que fazer agora. Fica no seu domínio e nasce medida.
Depois que sobe, o trabalho é diário: cortar o que gasta sem trazer ninguém, reforçar o que traz, ajustar lance, região, horário, público e termo.
Saúde é um dos ambientes mais sensíveis das duas plataformas. Operamos dentro das políticas de cada uma e com a checagem contra a Resolução CFM 2.336/2023 antes de qualquer peça ir ao ar.
O que está incluído
Entregamos
Fica com você
A verba de anúncio é sempre paga por você direto ao Google e à Meta, no seu cartão e na sua conta. Ela nunca passa pela Pulsea. Nosso fee mensal é fixo e não é percentual do que você investe.

O paciente decide no celular, comparando dois ou três perfis na mesma tela.
Como funciona
Decidimos onde começar pela sua especialidade e pela sua cidade, e explicamos o motivo. No início, um canal só, com a verba concentrada.
Montamos a página de agendamento e a campanha. Instalamos a medição, definimos o que conta como contato e agendamento, e testamos tudo antes de subir.
As primeiras semanas são de aprendizado da plataforma. O custo oscila muito nesse período, e ler resultado dia a dia leva a decisão errada.
Com dado suficiente, o trabalho vira rotina: cortar, reforçar, testar público e peça nova, e comparar tudo com a meta do plano.
É a pergunta que mais aparece na primeira conversa. A resposta não é preferência nossa: é como as duas plataformas funcionam.
A campanha acumula agendamentos suficientes por semana e a plataforma aprende quem vale a pena procurar.
Nenhuma das duas cruza o mínimo. Você fica com dois canais em aprendizado permanente e nenhum resultado limpo para ler.
Quando o primeiro canal estabiliza e a verba comporta, o segundo entra para ampliar alcance e reduzir a dependência de uma plataforma. A hora certa aparece no dado, não no calendário.
Não recebemos a verba de anúncio, não cobramos percentual sobre ela e não subimos campanha sem a medição instalada. Não prometemos número de pacientes: o que entra no contrato é a meta como piso e a operação diária para persegui-la.
Comece por aqui
Antes de recomendar Google ou Meta, olhamos a sua especialidade, a sua cidade, o seu site e o seu perfil. A recomendação vem escrita, com o motivo e com a verba mínima para a campanha sair da fase de aprendizado.